domingo, 26 de outubro de 2008

Ideia de Agora







E Meus Amigos...




"O Que é o Tempo?"

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Viva ( Quem diria?)


E eis o que temos: Uma Túlipa cheia de saudades... =].


Bem, com esta Túlipa nada de mais se passa, e talvez por isso a monotonia em que vive acabe por tocar tudo aquilo em que toca.


E aqui volto a ir, que o tempo é muito mas revela-se pouco. Um obrigado grande e umas saudades quase maiores aos que, mesmo assim, me visitam... E aos que não também.


Voltarei em breve, com interpretação possível para "amanha" ou "daqui a uma semana".

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Escrita ao contrário: Violoncelos


Tenho de renascer. Obrigo-me a renascer. Para quê morrer? Cheio de mortos está o mundo. E cheia de mundos estou eu.


Mas hoje só ouço violoncelos. Em alto e em bom , optimo som, digo. Graças a Deus (a Deus não, a nós, aos homens, que eu só acredito na Nossa Senhora dos Agnósticos). O silêncio é emudecedor, mas está estupidamente cheio de som.

E digam lá que não é maravilhoso? Maravilhosamente cheio de som. Não de Ruido. De ruido está o mundo cheio. E de mortos. E cheia de mundos estou eu. E se os tenho, e tenho, então, que seja um mundo de cegos, surdos e mudos mais sensíveis ao que os rodeia que os seres que semi-habitam este mundo. Esses, os meus deficientes, ouvem violoncelos, pianos, harpas, sopranos e baritonos, ouvem baterias e guitarras electricas, saxofones e baixos. Ouvem música. Não ruído.


Na realidade o Silêncio é algo ideal. Não existe. É simplesmente uma idealização.

sábado, 13 de setembro de 2008

Escrita Menina - Esse Meu Tu

Já algum tempo não me vem visitar para ficar esse meu Tu. Esse meu Tu dos olhos doces e do abraço quente, com os lábios rasgados em torrentes de palavras doces e tontas, mas assim mesmo, tão minhas palavras tuas. E de ti?=/ Estás doente meu Tu? É que as saudades também são doença. E é doença minha esta falta de sentidos. Porquê, então, para que raio quero eu os ouvidos, os olhos ou a boca? Para ouvir a bacorada do mundo, ver o ruído das coisas e repugnar-me com o sabor da poluição das almas? Deixa-as lá filho, vendo-as ao diabo ou a um morto, porque morta por morta hei de ter tempo para a coisa e estar morta enquanto se vive, peço imensa desculpa, mas não sou adepta.

Este teu Tu, este teu Tu. É que esse é teu não é meu, sabes, não são bem para mim as palavras que se soltam. Tanto que por vezes não as ouço. Mas é que não são minhas, para quê iludir-me?
E esse meu Tu...

Não sou eu que o amo mais! ... É só ele que me ama mais a mim..

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Tempo


"A mudaça, dizem que é do Tempo. Mas nós não mudamos e o Tempo é o mesmo"

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Where?


E o que veio primeiro?


O ovo ou a galinha?
Ou porque não o pinto?


E o que veio depois?

O principio ou o fim?
Ou porque não o meio?



Não passam de palavras. Palavras demasiado e unicamente palavras, demasiado concretas para uma interpretação tão flexível.

Porque se lhe chamamos Fim é porque conhecemos um início, e se sabemos um início, sabemos que algo virá seguidamente.

E se conhecemos um princípio e um fim, conhecemos também um meio.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

João Sem Medo


Ultrapassar é difícil. Pelo menos psicologicamente. Contudo, a sua concretização é bastante simples. O que custa a passar é, então, a ansiedade. Ansiedade de um medo que não se quer enfrentar. Pelo que, no fundo, todos temos medo de ter medo. Não existem "Joões Sem Medo".